Marco Aurélio

A Zibia Gasparetto já falava do romano que me acompanhava. E, às vezes lá no centro espírita, brincava comigo. Marco Aurélio e Marcelo. Será que são Marcus Aurelius e Marcelus, da época de Cristo?

Um dia Marco Aurélio veio à sessão, incorporou em um dos dirigentes e conversou comigo, em particular. Falou-me que tínhamos uma ligação muito antiga, desde os tempos da Roma Antiga, mas não especificou se foi no tempo de Jesus. Só me disse que tinha sido escritor na França, no século 19, que nesta vida na França a nossa amizade se fortalecera sobremaneira e que foi depois desta encarnação que começamos a pensar em uma parceria.

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Nanah

Mulher de traços finos e belos, porte elegante e extremamante carismática. Muito carismática. Quando Nanah veio me visitar pela primeira vez, eu já fazia parte do Colegiado dos Filhos da Luz, uma organização que tem por objetivo o desenvolvimento dos aspectos evolutivos espirituais, dirigido pelo Luiz Gasparetto e pelos seus mestres desencarnados. Eu adorava a energia dela, muito antes de termos algum contato. Quando ela aparecia nas sessões e Luiz dava passagem para ela se comunicar, eu ficava ali, enfeitiçado por seu forte carisma, apaixonado, absorvendo cada palavra do que ela dizia. Eram tantos ensinamentos, era tanta sacação! Uma loucura. Era de pirar a cabeça, no bom sentido, claro.

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Norma

Quando Marco Aurélio precisa trazer um assunto mais técnico, mais elaborado, quando necessita explicar mais detalhadamente um assunto de cunho espiritual, com uma nova abordagem, vem acompanhado desta senhora, nem alta nem baixa, cabelos na cor cinza-lilás, curtos no estilo chanel, olhos grandes e expressivos, pele bem clarinha e os lábios vermelhos. Norma não usa maquiagem; contudo, feminina que só ela, não dispensa o uso do batom, de vermelho bem intenso, bem vivo.

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Túlio

Imagine um branquelo baixinho, troncudo, bigodudo, costeletas compridas e ar sedutor. Ou melhor: imagine um personagem de filme dos anos setenta. Pronto, você já viu o Túlio. Cabelos crespos, enroladinhos. E ele se veste como quem acabou de sair da Hippopotamus ou da Papagaio, lendárias discotecas de São Paulo e do Rio, ou do Studio 54, boate descoladíssima que sacudiu e enlouqueceu as noites de Nova York, no embalo de músicas cantadas por estrelas como Donna Summer, Diana Ross, Grace Jones e grupos incríveis como Bee Gees, KC and The Sunshine Band, Earth Wind and Fire, Sister Sledge e outros ícones da época.

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